Transtorno de ansiedade social

O Transtorno de ansiedade social se define como medo do julgamento das pessoas nas situações sociais. Situações como: apresentações, festas, encontros, comer em locais públicos, usar banheiro publico ou fazer novas amizades por medo de ser constrangido.

Embora, certa ansiedade seja considerada natural pela maioria das pessoas em situações especificas como proferir palestras, ser entrevistado para emprego e etc. Mas, individuo com fobia social sofre em todas as situações onde tenha que interagir com pessoas e sofre antecipadamente com a situação temida. Além disso, existe uma percepção negativa de critica e rejeição, preocupação acentuada com a opinião dos outros e com aparência pessoal. (Caballo, 2000).

O fóbico social, em situações de interações verbais, teme o embaraço e se concentra para não demostrar ansiedade, e se preocupa em ser taxado de esquisito, diferente e anormal.

As reações fisiológicas de ansiedade se apresentam com taquicardia, sudorese, náuseas, boca seca, contração muscular, entre outros. E os sintomas comportamentais incluem principalmente a evitação da situação temida. Embora o individuo possa reconhecer a irracionalidade do temor, encontra muita dificuldade de enfrenta-lo e, quando enfrenta é com muito sofrimento. (Rapee e Heimberg, 1997; Clark e Wells, 1995; Butler e Wells, 1995).

O individuo fóbico social tem uma ansiedade intensa quando fala em publico, come ou escreve na frente de outras pessoas.  Mas, esse comportamento ansioso, não se repete quando está sozinho ou na frente de seus familiares.

O medo da avaliação negativa pelos outros é um aspecto central da fobia social. E frequentemente estes indivíduos parecem tensos e contraídos quando começam a falar, e com probabilidade real de tropeços nas palavras por tamanha ansiedade e certeza de julgamentos.

E em contribuição com o tratamento da fobia social, a terapia cognitivo comportamental trabalha para corrigir entre outras, a interpretação de ameaça e esquiva provocada pela ansiedade, fortalece o processo de enfrentamento mais adaptativo diante da ansiedade, encoraja o paciente para desempenho mais realista com uma auto avaliação equilibrada e, modifica crenças centrais de vulnerabilidade social. (Clark & Beck 2012)

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